De volta! E falando de economia...
Espero conseguir manter uma maior regularidade nas postagens aqui no blog, porque infelizmente vem me faltando tempo para isso (sei que é cliche dizer isso, mas...).
Bom, falando de economia, as coisas até certo ponto tinham melhorado, mas o que vimos nesta terça-feira 05 de fevereiro foi, novamente, um dia de fortes perdas nas bolsas mundiais, especialmente nos Estados Unidos. O temor, mais uma vez, é de uma recessão na economia norte-americana.
E, em um momento de prévias eleitorais nos EUA, acompanhadas atentamente pelo mundo todo, uma coisa fica clara: seja qual for o presidente eleito, ele receberá o legado de uma economia combalida pelo fantasma da recessão e com déficits comerciais e públicos crescentes...Pegue os dados da economia norte-americana antes e depois do presidente George W. Bush. O que pode ser visto é uma deterioração dos principais indicadores, em especial pelas Guerras no Afeganistão e no Iraque. Não se pode, entretanto, deixar de mencionar que os Estados Unidos estiveram a beira de uma desaceleração economica em 2001, em especial com os atentados de 11 de setembro de 2001, e isso foi o início dos gastos do governo norte-americano. Mas também é preciso pesar que, o superávit deixado pelo presidente Clinton, virou um grande déficit. Caberá ao novo presidente, a partir de janeiro de 2009, administrar as finanças da maior economia do planeta. E não será fácil.
Bom, falando de economia, as coisas até certo ponto tinham melhorado, mas o que vimos nesta terça-feira 05 de fevereiro foi, novamente, um dia de fortes perdas nas bolsas mundiais, especialmente nos Estados Unidos. O temor, mais uma vez, é de uma recessão na economia norte-americana.
E, em um momento de prévias eleitorais nos EUA, acompanhadas atentamente pelo mundo todo, uma coisa fica clara: seja qual for o presidente eleito, ele receberá o legado de uma economia combalida pelo fantasma da recessão e com déficits comerciais e públicos crescentes...Pegue os dados da economia norte-americana antes e depois do presidente George W. Bush. O que pode ser visto é uma deterioração dos principais indicadores, em especial pelas Guerras no Afeganistão e no Iraque. Não se pode, entretanto, deixar de mencionar que os Estados Unidos estiveram a beira de uma desaceleração economica em 2001, em especial com os atentados de 11 de setembro de 2001, e isso foi o início dos gastos do governo norte-americano. Mas também é preciso pesar que, o superávit deixado pelo presidente Clinton, virou um grande déficit. Caberá ao novo presidente, a partir de janeiro de 2009, administrar as finanças da maior economia do planeta. E não será fácil.

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